Esses últimos dias têm sido intensos. Ainda assim, acho que estou me saindo muito bem no meu novo cargo de liderança. Algumas pessoas tentaram me diminuir por causa da minha juventude e da minha suposta falta de experiência. Uma delas chegou até a insinuar que eu havia me prostituído em troca do cargo — não explicitamente, é claro. Como toda boa covarde.
No fim, acabaram todos implorando para não serem demitidos.
Foram mesmo assim, eu precisava dar o exemplo.
Em casa, a dinâmica também mudou completamente.
Termino de pentear os cabelos diante do espelho do quarto, quase pronta para ir ao culto. Na cozinha, Igor termina de lavar a louça do jantar, como exigi.
Ele agora cuida de todas tarefas domésticas. Cozinha, lava roupa, passa, limpa a casa. Nossa relação mudou radicalmente desde a minha promoção.
O sexo também mudou. Meus orgasmos são frequentes e intensos. Igor me serve com a língua sempre que desejo. E eu preciso admitir que ele tem ficado muito bom nisso.
Ainda não abri a gaiola. Talvez já tenha chegado a hora… ele tem sido tão carinhoso ultimamente.
Já o perdoei. Mas ainda tem uma última coisa que quero que ele faça para compensar a vergonha que passei quando precisei confessar ao pastor que havia me masturbado.
Sim, isso também foi culpa dele.
Eu não teria feito se ele tivesse cumprido as suas obrigações como marido. Nem que fosse com aquela língua gostosa.
Um pequeno sorriso surge nos meus lábios diante do espelho.
"Ei, amor... venha aqui."
Igor aparece no quarto poucos segundos depois, os dedos ainda enrugados da água da pia.
"Amor, o culto começa daqui a pouco. Depois você termina de organizar a cozinha", digo calmamente. “Quero que você coloque uma coisa antes de irmos.”
Vou até o guarda-roupa e puxo uma das minhas calcinhas da gaveta.
É uma peça simples, branquinha, com rendinhas delicadas nas laterais e um pequeno laço de cetim na frente. Nem de longe é tão ousada quanto a que Roberto me deu — não tenho nenhuma outra assim —, mas ainda é bem bonitinha.
Volto até Igor e entrego a peça.
"Aqui. Quero que use isso no culto."
Ele solta uma risada nervosa, achando que é brincadeira. Mas meu braço continua estendido e meu olhar firme. O sorriso dele morre lentamente.
“Isso é sério? Por quê?”
Eu sorrio.
"Você está desempenhando as funções femininas que Deus ordenou para as famílias.", explico com tranquilidade. "Sendo assim, acho adequado que use calcinha."
Igor franze o cenho, ainda sem acreditar.
"Amor...", ele começa, soltando uma pequena risada sem humor. "Para de brincadeira…”
“Estou falando sério”, digo, sem piscar. “Coloque.”
O desconforto dele se torna evidente.
“Amor, não… por favor. Eu não posso ir para a igreja usando… isso.”
“Você pode sim”, respondo com autoridade, dando um passo mais perto. “Coloque. Eu não vou pedir de novo.”
O silêncio se instala entre nós. Igor engole em seco. Ele abre a boca para argumentar mais uma vez, mas desiste ao ver minha expressão. Em silêncio, ele tira a calça e a cueca.
Igor engole em seco, visivelmente desconfortável. Ele abre a boca para argumentar mais uma vez, mas desiste ao ver minha expressão. Com as mãos trêmulas, tira a calça e a cueca.
A calcinha sobe pelas suas pernas com ainda mais hesitação, até sobrepor a pequena gaiola de castidade e se acomodar apertada em suas nádegas. Quando termina, evita olhar diretamente para mim.
Não consigo conter um pequeno sorriso.
Há algo quase cômico — e estranhamente fascinante — em ver meu marido, um homem adulto, vestindo uma calcinha rendada por cima da gaiola que eu mesma o obriguei a usar.
É patético… mas de um jeito fofo.
Ver Igor desse jeito, obediente e envergonhado, desperta em mim uma sensação quente de poder que eu nunca imaginei experimentar.
Aproximo-me devagar, tomada por uma curiosidade, e dou uma ajeitadinha na calcinha, puxando o cós um pouco mais para cima para que fique corretamente posicionada. A renda fina se enfia levemente entre suas nádegas, delineando sua polpa.
Não resisto e dou dois tapinhas de leve sobre o tecido.
"Perfeito", murmuro, incapaz de esconder o tom divertido na minha voz. "Pode colocar a calça agora. Estou pronta para ir."
Ele hesita antes de tentar uma última vez:
"Naomi... por favor, não faz isso." Sua voz sai baixa, carregada de constrangimento. "E se alguém perceber?"
Apresento as palmas, como se fosse dizer o óbvio.
"Se alguém perceber, você diz que começou a se interessar por lingeries depois que assumiu as funções femininas da nossa casa."
Me aproximo e dou um beijo leve em seus lábios.
“Agora vamos. Não quero perder o louvor.”
Igor suspira, derrotado. Termina de se vestir e depois saímos de casa.
Durante o caminho até a igreja, observo disfarçadamente o jeito como ele anda — um pouco mais rígido, consciente da renda delicada roçando contra sua pele por baixo da roupa masculina.
Eu, por outro lado, sigo com a cabeça erguida, uma sensação de poder me dominando enquanto caminho ao lado do meu marido submisso e secretamente feminizado.
Próximo Capítulo (Em Breve)
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Excelente!
ResponderExcluirmuito bom, como assim perto do.fim? agora que começou a esquentar, deixa ferver mulher , beijos linda.
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