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Domada com Vara - Capítulo 12: O Verdadeiro Mestre (Final)

Duas semanas já se passaram.

Visito Damien sempre que ele está disponível para me receber. E a chave da gaiola do meu marido continua em sua posse.

Jonas sempre me pede para destrancá-lo.

Seus fluidos vazam frequentemente, principalmente nos nossos momentos de intimidade.

Fios longos e constantes escorrem pela gaiola, deixando marcas úmidas nos lençóis e nas roupas.

Mas eu sempre nego, em pose autoritária.

Dizendo que ele não está merecendo.

Sua frustração é tanta que chega a ser palpável.

Os olhares suplicantes.

O tom carente da voz.

Tadinho.

Mal sabe ele que seu verdadeiro mestre nem sou eu.

Hoje Jonas é a minha empregada.

Mais uma das ordens de Damien.

Uma bem interessante, na verdade.

Estou encostada no sofá, aproveitando o conforto da tarde enquanto observo meu maridinho limpar a casa.

Uso um conjunto completo de lingerie.

Calcinha, sutiã, meias e cinta-liga.

Tudo escolhido para transmitir a imagem de esposa autoritária que Damien tanto quer.

Já ele usa apenas meias arrastão conectadas por uma cinta-liga rosa, e um sutiãzinho para completar.

Sem calcinha.

Para que eu possa observar melhor seu pintinho preso balançando livremente enquanto trabalha.

Palavras de Damien.

O ar da casa carrega o cheiro cítrico do produto de limpeza.

Jonas está ajoelhado no chão da sala, esfregando os azulejos com dedicação.

O som suave da escova deslizando pelo piso se mistura ao leve tilintar metálico da gaiola a cada movimento.

Minha tranquilidade desaparece no instante em que ouço três batidas fortes na porta.

Meu coração gela.

Quem é?

Damien?

Não.

Ele não faria isso.

Não hoje.

...

Pensando melhor, faria sim.

Olho para Jonas em sua lingerie, ele parece ainda mais assustado do que eu.

Os olhos arregalados.

O corpo rígido como uma estátua.

Mais três batidas ecoam pela casa.

Firmes.

Impacientes.

Só pode ser Damien.

Caminho até a entrada decidida a mandá-lo embora antes que faça alguma loucura.

Atrás de mim, a voz desesperada de Jonas me alcança:

"Amor, você não pode abrir a porta assim!"

Continuo andando.

"Eu não vou abrir, amor."

Forço um pequeno sorriso.

"Deve ser engano. Só vou avisar a pessoa para ir embora."

Cada passo até a porta faz meu coração bater mais forte.

Quando alcanço a entrada, aproximo o rosto do olho mágico e constato o óbvio.

É Damien.

Tento disfarçar.

"Senhor, deve ser engano..."

A voz de Damien vem do outro lado da porta.

"Boa tarde, princesa. Abra a porta, por favor."

Meu coração gela.

Olho para Jonas, encolhido no fundo da sala.

Então aproximo o rosto da porta e tento sussurrar para que ele não escute.

"Damien! O Jonas está aqui. Vai embora!"

Do outro lado, a resposta vem com a mesma tranquilidade.

"Meu amor, hoje eu não quero me estressar. Abra essa porta."

Fecho os olhos e respiro fundo.

Vou ter que abrir.

Quando levo a mão até a maçaneta, vejo Jonas entrar em completo desespero.

Balança a cabeça freneticamente olhando em minha direção.

Quando percebe que não vou parar, se esconde atrás do vaso de plantas.

Frouxo.

Prefere se esconder à impedir a esposa de atender a porta vestida dessa forma.

Giro a maçaneta.

A porta mal termina de abrir e Damien já entra sem pedir licença.

Então segura meu rosto para um beijo forçado.

Bem, talvez parcialmente forçado.

Vários segundos se passam antes de Jonas finalmente se revelar.

O que a essa altura já me deixa bastante impressionada.

Mesmo sua voz saindo hesitante e fraca.

"Ei..."

Ele engole em seco.

"Larga a minha esposa."

Damien se afasta do meu rosto e volta a atenção para ele.

Um sorriso lento vai surgindo em seus lábios.

"Ah... Aí está o corno. Bem viadinho. Do jeito que eu pedi."

"Ai!"

Grito.

Damien enterra a mão na minha nádega.

Os dedos cravando firme.

Ele me conduz na direção de Jonas.

Um passo depois do outro.

Apenas sigo, com os olhos apontados para baixo.

Envergonhada demais para encarar meu marido dessa forma.

Mesmo assim, consigo sentir ele mais acuado a cada passo.

O ar da sala fica pesado, carregado de tensão.

"Se você... Se você não largar a minha esposa, eu vou chamar a polí..."

Um tabefe vai parar no rosto de Jonas.

O mesmo tabefe que já tantas vezes me calou, agora também o cala.

Damien então volta a falar comigo como se nada tivesse acontecido.

"Tenho um presente para você, princesa."

Ele leva a mão ao bolso e retira uma corrente de metal.

Na ponta dela, presa como um pingente, está a chave da gaiola de castidade de Jonas.

Ficamos os dois encarando a peça por alguns segundos, impressionados.

Provavelmente Jonas mais do que eu.

O silêncio se prolonga por alguns segundos.

Então Damien volta a falar.

"Vire-se, querida. Deixa que eu coloco em você."

Meu rosto aquece na mesma hora.

Evito encarar Jonas enquanto recolho os cabelos para um dos lados e me viro de costas.

Damien aproxima as mãos do meu pescoço.

O metal frio desliza sobre minha pele enquanto ele prende o fecho com cuidado.

Alguns segundos depois, suas mãos se afastam.

"Pronto..."

A voz dele carrega uma satisfação tranquila.

"Ficou lindo em você."

Seus dedos tocam o pingente uma última vez.

"Mas use com cautela. Não quero mulher minha dando atenção demais para piroquinha de marido frouxo."

Apenas balanço a cabeça de leve, concordando.

Damien abre um sorriso curto, sem perder a seriedade.

"Quero te comer. Vem. Tira a minha roupa."

Obedeço sem discutir.

Cada vez mais quebrada.

Me aproximo e começo a despi-lo peça por peça até que não reste nada.

Jonas assiste tudo em silêncio.

Sem reagir.

Mas também sem conseguir desviar o olhar.

Seus olhos se arregalam quando abaixo a cueca de Damien.

Entendo a reação.

Eu também fiquei impressionada na primeira vez.

"Ah..."

Damien solta o ar satisfeito.

"Bem melhor."

Ele ergue minha cabeça baixa com a ponta dos dedos.

"Coloca o meu pau do lado do do corno, princesa. Veja qual é o maior.”

A ideia é uma piada.

O tamanho dos dois é incomparável sob qualquer perspectiva.

Mesmo assim, obedeço.

Pego o pau de Damien – quente, pesado na palma.

E o pintinho engaiolado de Jonas, frio pelo metal.

Vê-los posicionados um ao lado do outro faz o meu ventre coçar.

Um formigamento traiçoeiro sobe pelas minhas coxas.

Difícil de ignorar.

“É, acho que ganhei por pouco.”

A ironia torna a comparação ainda mais absurda.

Só a cabeça já é do tamanho da gaiola inteira.

E muito mais larga.

“Qual você prefere?”

Respondo de cabeça baixa, tentando evitar transparecer a minha excitação.

“O seu.”

“Não, não. Diga ao seu marido, olhe para ele.”

Meu estômago aperta.

Meu olhar levanta até Jonas acuado, como um pedido de desculpas.

E afirmo como ele deseja.

“Eu prefiro o dele.”

Jonas me encara sem resposta. A boca permanece ligeiramente aberta. Os olhos vidrados. O corpo tremendo de leve.

“Não, você não pode ter tanta certeza."

Damien Ironiza, em voz calma.

"Pode estar esquecida. Chupa meu pau para relembrar.”

Mesmo hesitante, caio de joelhos.

Coloco a cabeça larga na boca, punhetando enquanto chupo. O pênis de Jonas ainda em minha outra mão.

O gosto salgado invade a língua.

A rigidez crescendo.

Veias latejando contra meus lábios.

Meu rosto queima de vergonha.

Chupar outro homem assim, na frente do meu marido, e ainda segurando o seu sexo, me faz sentir a pior esposa do mundo.

Mas o tesão trai meu corpo. Minha boceta lateja forte. Molhada só de pensar nessa pica grossa dento de mim.

“Agora chupe o do corno.”

Hesito por um segundo.

Meus lábios deslizam lentamente pela glande, relutantes em soltá-lo.

Mas faço como solicitado.

Tiro o pau da boca e dou algumas lambidinhas tímidas na gaiola de Jonas.

Um gemido fraco lhe escapa assim que toco na pontinha.

Só agora percebo que ele também está excitado.

Seu pequeno pênis tentando escapar pelos respiros do dispositivo, inchado e vermelho.

Mas eu não o quero.

Sem que ninguém mande, volto para a vara grossa de Damien.

“Já voltou? Não prefere o do corno?”

Sem resposta, apenas sigo chupando.

A boca se esticando ao redor da grossura.

Minha mão deslizando pelo eixo longo.

Damien grunhe.

“Ah... sua esposa chupa bem demais, corno. Você não acha?”

Jonas permanece calado.

Sua vergonha transbordando, o rosto corado como brasa.

Damien pressiona, firme:

“Eu te fiz uma pergunta, seu viado. Não vai me responder?”

Jonas balança a cabeça tímida, mas rapidamente, com medo de ser novamente repreendido.

“S-Sim...”

Damien solta uma risada rápida.

“Mas é um frouxo, mesmo. Vai, fica de quatro. Sua mulher merece um lugar confortável para se sentar enquanto me chupa.”

Fico impressionada ao ver que Jonas rapidamente obedece.

Nem eu me submeti com tanta facilidade.

Ele se posiciona quatro, com os cotovelos no chão para se adequar a minha altura.

Assim que ele se ajeita, me sento na sua traseira, e continuo a chupar.

Meu tesão cresce ao ver Jonas assim.

Submisso ao meu homem.

Carregando meu peso como um banco vivo.

O poder de Damien sobre nós dois me inunda.

Como um fogo líquido que queima entre minhas pernas.

“Vai, puta. Vira esse rabo que eu vou te foder.”

Levanto e me apoio na traseira de Jonas.

As mãos cravadas na carne.

Damien tira a minha calcinha, e começa a penetrar minha entrada.

Eu sempre me impressiono com o tamanho.

“Ai, é tão grande…”

A cabeça grossa estica meus lábios.

Uma queimação inicial que vira prazer puro, preenchendo cada centímetro.

Jonas permanece com a cabeça no chão.

Calado enquanto Damien me rasga.

As estocadas ganham força.

Cada investida bate fundo, o pau preenchendo tudo.

Gemidos me escapam, roucos e incontroláveis.

Quando eu estou perto de gozar

Sinto meu orgasmo se aproximando.

"Ai..."

Mas é adiado por um estalo na minha bunda.

Damien se retira de dentro de mim.

Ele se deita no sofá, o corpo musculoso esticado como um convite.

“Vem quicar no meu pau.”

Ainda arfando, posiciono-me de pernas abertas sobre seu corpo, ansiosa para continuar a penetração.

Jonas segue com a cara no chão.

Imóvel como um tapete.

“Vem, corno. Vem ver como a buceta da sua mulher fica larga. Quero que veja bem de perto.”

Jonas obedece imediatamente.

Se posiciona logo atrás de mim, os olhos fixos enquanto me encaixo na haste larga. 

Pouco depois, o pau de Damien começa a tentar escapar.

Estranho. Isso nunca acontece.

Sua vara grossa e dura sempre se acomoda apertada na minha buceta.

“Está saindo. Coloca de volta no lugar, corno.”

Timidamente, Jonas pega no pau de Damien.

E guia de volta para dentro, mantendo a mão lá para que não ameace sair novamente.

Agora sim, sigo sentando gostoso.

O atrito me faz ofegar, o tesão crescendo com Jonas tão perto, submisso.

Mas pouco depois, Damien se pronuncia novamente:

“Está seco.”

Não está.

Sempre estou molhada para ele, e agora não é diferente.

“Lubrifica o meu pau, corno.”

Nem eu entendo de primeira o que ele quer dizer.

Fico chocada quando Jonas se aproxima e começa a lamber seu comprimento ainda encaixado dentro de mim.

Damien segura minhas coxas com firmeza e me despluga do seu pau.

“A cabeça também.”

Jonas não hesita.

Imediatamente cai de boca na cabeça, umedecendo e estimulando a ponta.

Enquanto isso, minha mão se movimenta no eixo comprido, punhetando devagar.

Damien não demora para me encaixar de volta. Mas segue exigindo que Jonas continue participando.

“Lambe as minhas bolas, seu viadinho. Lambe as minhas bolas enquanto eu arregaço a buceta da tua mulher.”

Jonas faz o que é pedido.

Mas logo toma a iniciativa de seguir pelo comprimento.

Ele traça o caminho completo, passando pelos meus lábios esticados e terminando no meu cuzinho.

Damien não reclama. E definitivamente eu também não.

A língua quente de Jonas roça minha pele com delicadeza enquanto o pau grosso me abre com brutalidade.

A mistura de sensações me faz tremer.

Nem nos meus sonhos mais pervertidos eu me imaginei em uma cena assim.

O tesão explode, um fogo que consome tudo.

O orgasmo chega potente.

Seguro Jonas por trás da cabeça e o puxo forte para perto de mim.

O contato de sua língua agora permanente no meu ânus enquanto degusto as convulsões com gemidos altos e descontrolados.

“Gozou né, putinha? Era para esse seu corno me ajudar a ter prazer, não você. Chega, deixa que eu assumo daqui. Pode ir para a cadeira do corno.”

Damien aponta para a cadeira que quer que Jonas se sente.

Ele vai imediatamente, o corpo curvado, os olhos baixos.

Damien segura minha cintura e me joga de costas no estofado.

Se posiciona por cima, erguendo minhas duas pernas.

Então enterra seu pau preto com força.

O impacto me faz arquejar, o alongamento queimando de novo.

Jonas nem disfarça.

Mesmo por cima da gaiola, começa a se masturbar enquanto me assiste ser preenchida.

Tentando de alguma forma sentir prazer pelas pequenas aberturas do dispositivo.

Não parece estar tendo muito sucesso.

Damien acelera, as estocadas profundas, ritmadas.

O sofá range sob o peso, o suor escorrendo pelos corpos.

“Ai… Ai…"

Começo a gemer mais alto em um momento em que Damien penetra mais fundo.

“Ai… É muito grosso…”

Damien olha para Jonas.

“Sua esposinha está precisando de ajuda, corno. Vem aqui dar um apoio.”

Damien exige que Jonas se ajoelhe perto de mim.

E ofereça suas bolas para que eu possa segurar.

Tento não apertar muito forte para não machucá-lo.

Mas em certas estocadas a tensão é tanta que não aguento.

Suas bolinhas se transformam em uma daquelas bola antiestresse, espremida no auge da pressão.

Jonas geme baixinho.

Dor misturada a algo mais. 

Mesmo maltratado, seus os olhos não conseguem desviar da minha buceta avermelhada sendo esfolada.

A cena vira um caos de sensações.

Damien me fode sem piedade, o pau batendo no fundo a cada vez.

O suor pinga no meu peito, os gemidos ecoam no quarto.

Em uma investida mais profunda, o pau de Damien entra por inteiro e permanece.

Esmago as bolinhas de Jonas e me entrego a um novo orgasmo, chegando no exato momento da leitada.

Seu pau pulsa intenso.

Sincronizado com meus espasmos.

O sêmen quente me enchendo bem no fundo.

Depois de alguns segundos conectados, Damien finalmente se afasta.

O pau sai com um som úmido.

Deixando um vazio latejante.

“O lanche está na mesa, corno.”

Me engano quando acho que pelo menos isso Jonas não iria obedecer.

Assim que Damien abre espaço, ele imediatamente se posiciona entre minhas pernas, buscando no fundo da minha buceta todos os vestígios do orgasmo do meu amante.

A língua dele é ávida.

Coletando cada gota espessa e salgada.






Epílogo

No final, Jonas me perdoou por tê-lo traído.

Entendeu que eu não tive outra escolha — ele também não teve.

Damien aparece sempre que quer.

Fodendo a mim e, agora, também meu marido.

Hoje é a vez da minha boca servir de dispenser de lubrificante, para que Damien possa usar com mais conforto o novo orifício onde depositará seu leite.




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Comentários

  1. Faltou como a esposa convence que Jonas use a lingerie sei que a série não é sobre Jonas mas seria legal ....

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    1. Entendo a crítica. Mas a "quebra" do marido acontece nos capítulos anteriores. Nesse ponto a idéia é que tenha sido bem fácil. Criar um trecho só para isso iria deixar o texto prolixo, preferi focar em outras coisas.

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  2. Nossa, fantástico, deveria ter um aviso, " não recomendado a cardiacos, menina, meu coração está na boca, adorei, sou casadinha, e me senti na pele do Marido, amei, aqui minha esposa compra minhas calcinhas, e praticamos inversão, e adivinha quem come mais aqui em casa kkk

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    1. Que delícia ser enrabadinha pela esposa... Espero que ela faça isso com você de calcinha 😉

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  3. Adoreiii o conto todo!! Parabéns!!

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  4. Sim, só fazemos de calcinha, e ior é que igual ao conto foi ela que propos colocar o dedinho, dai, de dedinho em dedinho, eu já aguento vibradores maiores que ela, mais uma vez parabéns.

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  5. Já temos algum outro conto em.vista Zur, Não reclame da nossa ansiedade, mais foi vc quem nos viciou, cada conto melhor que o outro parabéns, tens alguma coisa em mente? se puder divulga cenas dos próximos capitulos

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    Respostas
    1. 😏

      É melhor ficar de olho 😉

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    2. sempre, até porque gosto de ler todos novamente

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