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Centro de Reabilitação - Capítulo 7: Código de Vestimenta

Chego à sala de Vanessa ainda carregando de frustração, mas já não é aquele desespero bruto que me consumia no dia anterior. Agora é algo mais consciente, mais calculado. Mas tenho ciência que em breve retornarei aquele estado se não obtiver alívios dessa castidade com alguma regularidade.

Vanessa me recebe na porta. Um sorriso leve, quase acolhedor. “Bom dia, querido. Entre.”

“Bom dia, senhora...”

Diferente da maioria das manhãs, não seguimos direto para a mesa dela. Vanessa atravessa a sala com passos tranquilos e para diante da porta no fundo da sala. Ela a abre sem cerimônia, e meus olhos percorrem o interior do espaço.

É um ambiente relativamente amplo, organizado demais para ser improvisado. Araras cheias de vestidos, saias de diferentes comprimentos, sapatos alinhados por tipo e cor, caixas com acessórios, cintos, colares, brincos. Um closet completo que deixaria qualquer mulher com inveja.

Vanessa observa minha reação por alguns segundos antes de falar, com a mesma naturalidade fria de sempre. “Uma mocinha que gozou gemendo tão gostoso como ontem não pode continuar participando das nossas sessões com essas roupas sem graça de menino.”

Sinto o rosto esquentar, mas permaneço em silêncio.

“Portanto a partir de agora teremos um código de vestimenta.” Ela dá alguns passos para dentro do espaço. “Todos os dias, pela manhã, minha sala estará aberta para você. E meu closet também. Chegue mais cedo e vista-se antes das sessões.”

Ela se vira para mim. “O senhor será livre para usar as peças que preferir e criar o seu próprio senso de moda, desde que o look inclua uma calcinha e um sutiã, um vestido ou conjuntinho de saia e blusinha, e um sapato.”

Penso, com um amargor silencioso, que tudo isso é patético. Mas a decisão já foi tomada. Vou jogar o jogo de Vanessa até o fim da minha pena — sei o preço de não jogar.

Ela parece satisfeita com o meu silêncio. “Muito bem. Já pode ir se trocar. Não demore. A partir de amanhã, você já terá que estar pronto nesse horário.”

Respondo sem discutir, engolindo qualquer resquício de orgulho. “Sim, senhora.”

Dou alguns passos hesitantes e me adentro no closet, e Vanessa sai para que eu tenha mais espaço.

Passo os dedos pelos cabides, impressionado com a variedade. A única coisa que não encontro são calças ou shortinhos; de resto, o espaço está repleto de vestidos, saias, blusas e peças femininas dos mais variados modelos.

Abro algumas gavetas e encontro as lingeries. Há modelos simples e outros mais elaborados, mas mesmo os mais discretos carregam um certo luxo e feminilidade. Acabo selecionando um conjunto preto, feito de um material macio e bem trabalhado. A calcinha, de modelo similar das duas primeiras fornecidas por Vanessa, contém delicadas rendinhas nas laterais. Atrás seu corte é discreto, não exatamente como uma cueca, mas certamente bem menos ousada do que a peça que tive utilizar para conseguir meu orgasmo no dia de ontem.

O sutiã correspondente tem mesmo padrão de renda adornando o topo das taças. É um modelo confortável e sem aro, mas contém leves enchimentos que dão a sensação que tenho pequenos peitinhos. Ajusto o fecho pelas costas, e prossigo para a escolha de um vestido.

Acabo escolhendo um vestido azul petróleo. A saia é fluida, leve, e termina um pouco acima dos joelhos. O decote é profundo o suficiente para que uma pequena protuberância, causada pelo sutiã, se faça ser notado.

Nos pés, opto por uma sapatilha simples, branca e baixa. Prendendo a tira na altura dos tornozelos, dou uma última olhada no espelho, e então saio do closet.

Vanessa me observa de cima a baixo por alguns segundos, um sorriso sarcástico presente em seu rosto enquanto avalia cada detalhe do conjunto, então se aproxima. Sem pedir licença, suas mãos vão ao decote do meu vestido, colocando-o para o lado para espiar o sutiã, os dedos deslizando pela renda.

“Que coisa mais adorável…”, comenta satisfeita. “Muito melhor do que aquelas roupas grosseiras que você costuma usar.”

Sou pego de surpresa quando sua mão vai para a minha traseira. Ela ergue um pouco a parte de trás da saia, o suficiente para tocar a calcinha e sentir seu contorno com a ponta dos dedos. O gesto íntimo me deixa sem saber como reagir.

Alguns segundos se passam até que Vanessa incline levemente a cabeça, olhando nos meus olhos. “Eu te fiz um elogio”, diz com doçura. “Você não vai me agradecer?”

Engulo em seco antes de responder, a voz saindo baixa e sem firmeza. “O-obrigado, senhora.”

“De nada, querida.”

O substantivo feminino me chama a atenção, penso em corrigir… mas desisto antes mesmo de abrir a boca.

Vanessa se aproxima um pouco mais, o tom permanecendo leve. “Você fica muito mais bonitinha assim, educadinha, sabia?”

Fico parado, sem reação, enquanto ela continua:

“A partir de agora, eu quero que você comece a usar as palavras mágicas. Agradecer quando receber um elogio. Dizer ‘por favor’ quando pedir alguma coisa. ‘Com licença’ quando quiser passar.” Ela faz uma breve pausa, me observando. “Você conhece as palavras mágicas, não conhece?”

Vanessa está me tratando como uma criança — uma garotinha, na verdade. Mesmo incomodado, decido não contrariá-la.

Respiro fundo antes de responder: “Sim, senhora.”

O sorriso de Vanessa se alarga, claramente satisfeita. “Ótimo. Isso nos permite pular algumas etapas.” Ela cruza os braços com calma. “Vamos treinar, então. Venha comigo.”

Ela vai para o centro da sala e faz um gesto suave com a mão, indicando que eu devo me aproximar. 

Dou alguns passos em sua direção, ainda sem ter certeza o que ela quer dizer com treinar.

"Está vendo como você caminha?" Vanessa aponta para meus pés enquanto ando. "Parece que está indo para a guerra. Relaxe os ombros. Tente de novo, mas suavize os passos. Imagine uma linha no chão e pise nela com leveza, um pé na frente do outro. Deixe os quadris se moverem naturalmente."

Tento ajustar, mas me sinto desajeitado.

"Os braços, Marcela. Seus braços estão travados."

Estranho meu nome no feminino.

"Balance-os com o movimento de seu corpo. E sorria, menina. Cara feia estraga qualquer postura..."

Forço um sorriso, e passo os minutos seguintes andando de um lado para o outro da sala, enquanto Vanessa corrige não apenas minha caminhada, mas também minhas expressões, a maneira que posiciono minhas mãos, e a forma como interajo com o ambiente — ajustando quadros, pegando objetos no alto, e outros que ela derruba no chão, sempre com a intenção de tornar tudo mais delicado e feminino.

"Muito bem. Tente com essa bolsa."

Vanessa me instrui a apoiar sua bolsa em meu antebraço. Faço como o solicitado, e sigo a caminhar.

Em determinado momento, estou indo em direção à janela quando Vanessa se move rapidamente e fica bem na minha frente, bloqueando meu caminho.

Paro, confuso.

Ela me encara em silêncio, os braços cruzados, esperando.

Alguns segundos se passam. Não entendo o que ela quer.

"Você quer passar?" pergunta finalmente, com um sorriso de canto de boca.

Ah. Entendo agora.

"Por favor, você pode me dar licença?"

Vanessa inclina a cabeça levemente. "Claro que sim, assim que a senhora me pedir com mais suavidade."

Ajusto o tom de voz para algo mais sereno. "Por favor, você pode me dar licença?"

"Agora sim. Pode continuar, querida."

Ela sai do caminho e me observa passar.

Continuo caminhando pela sala, tentando manter os passos leves e os ombros relaxados como ela ensinou. Vanessa me acompanha com o olhar, observando cada movimento.

"Está caminhando de maneira tão graciosa, querida."

"Obrigado, senhora."

"Você deve estar cansada. Por que não se senta um pouco?" Vanessa aponta para a cadeira em frente a sua mesa.

"Sim, senhora", me dirijo à minha cadeira, aliviado pela pausa.

Mal meu corpo toca o assento, Vanessa levanta a mão.

"Não, não, não." Ela balança a cabeça com reprovação. "Não é assim que uma dama se senta."

Fico confuso, novamente sem entender exatamente o que fiz de errado.

Vanessa puxa a própria cadeira para mais perto da minha, posicionando-a de frente para mim. "Preste atenção."

Ela se posiciona diante de sua cadeira, de costas para o assento. Com um movimento fluido e controlado, suas mãos deslizam suavemente pela parte de trás da saia, alisando o tecido antes que ela se sente. Seus joelhos se mantêm unidos o tempo todo, e ela se acomoda com as costas retas.

"Viu?" Ela me olha. "Quando você usa um vestido, precisa alisar a saia antes de sentar. Caso contrário, o tecido amassa todo. E mantenha sempre os joelhos juntos. Sempre. Não queremos deixar a sua calcinha aparecer."

Assimilo as instruções enquanto ela se levanta novamente.

"Agora você tenta, dê mais uma voltinha e sente-se novamente."

Me levanto e sigo com minha caminhada pela sala até voltar a cadeira, quando chego me movimento como ela fez. Levo as mãos atrás de mim, alisando a saia do vestido com cuidado, e me sento devagar, tentando manter os joelhos unidos.

"Que graça...", elogia Vanessa. "Mais uma voltinha."

Sigo suas instruções, sentando na cadeira a cada nova volta pela sala. A cada repetição, os movimentos vão ficando um pouco mais naturais. Continuo me sentindo absolutamente ridículo, mas Vanessa parece cada vez mais satisfeita com o resultado.

"Muito bom", comenta lá pela vigésima repetição. "Por hoje chega, querida."

Sinto um alívio imediato percorrer meu corpo. Meus músculos estão tensos de tanta atenção à postura.

"Pode ir se trocar. Mas leve essa roupa com você. Quero que lave direitinho. No início de cada semana, todas as peças usadas devem ser devolvidas limpas."

Olho para cima tentando me lembrar de alguma máquina de lavar no meu quarto, não lembro de nenhuma.

"Vou liberar a internet no seu quarto para que você possa pesquisar como lavar corretamente, não da forma que você me devolveu as duas calcinhas anteriores."

Lembro de ter lavado as calcinhas com cuidado, a única coisa que tinha para usar era o sabonete que tenho no meu banheiro. Mas parece não ter sido o suficiente para Vanessa.

Ela continua:

Aquelas duas calcinhas eram de algodão, então não tem tanto problema, mas muitas dessas peças são feitas de materiais mais delicados, que estragam facilmente se você não cuidar direito. Portanto, pesquise, aprenda, e não venha me devolver nada arruinado. Entendeu?"

"Sim, senhora..."

Vanessa começa a organizar suas coisas, encerrando a sessão. O impulso vem antes que eu pense demais. Ergo a mão de leve.

“Hum… senhora.”

Ela para e me olha, abrindo um sorriso expectante. “Sim?”

Engulo em seco. As palavras saem hesitantes, mas a necessidade de fala-las é grande. "Será que você poderia, por favor, destrancar minha gaiola de castidade um pouquinho?"

O sorriso de Vanessa se alarga ainda mais. Ela me observa por alguns segundos, claramente divertida com meu pedido.

"Mas que menininha mais danadinha…" Há um tom quase maternal em sua voz, condescendente e doce. "Já está querendo gozar de novo?"

Sinto o rosto queimar. Apenas aceno positivamente, de leve.

"Não, querida." O tom permanece doce, mas a firmeza por trás das palavras é inegável. "Você ainda não está pronta."

Ela ajusta a bolsa no ombro com calma.

"Fique tranquila que eu saberei quando você estiver. Portanto, te proíbo de pedir novamente."

Vanessa caminha em direção à porta com passos tranquilos, sem pressa.

"Tchau, querida. Bom descanso."

Fico parado, a frustração apertando meu peito enquanto Vanessa caminha em direção à porta com passos firmes e confiantes.

"Sim, senhora. Obrigado, senhora.", consigo dizer, a voz saindo baixa e resignada.

A porta se fecha atrás dela com um clique suave.

Depois me troco em silêncio, visto minhas roupas masculinas e saio dali levando as peças femininas dobradas nas mãos.

Chegando ao meu chalé, largo as roupas em uma pilha sobre a cama, e começo a procurar por uma máquina de lavar. Vasculho a cozinha e o banheiro, abrindo os armários imaginando que eu possa ter deixado passar alguma coisa desde que cheguei aqui, mas não encontro nada.

Saio para a parte de fora, contornando o chalé até a parte de trás. Eu já tinha vindo aqui antes, para tomar um sol ou algo assim, mas nunca tinha parado para pensar sobre sua funcionalidade real. Agora, olhando com atenção, percebo que contém uma área de serviço, não com uma máquina de lavar, mas com um tanque de lavar roupas de mármore. Abrindo o armário ao lado, encontro também baldes, escovas, e vários produtos de limpeza que não sei utilizar.

Com o dinheiro que eu tinha antes, podia simplesmente chamar a lavanderia para pegar e devolver tudo limpo e passado na minha casa, sem sujar as mãos. Mas aqui não será assim.

Primeiro tenho que aprender como fazer isso direito. Vanessa falou que ia liberar a minha internet...

Volto para dentro e acesso o computador. O navegador carrega rapidamente, a conexão reestabelecida como prometido. Mas a primeira página que vejo não é o que esperava: uma lista de sites favoritos, mas nenhum deles parecem ter nada a ver com lavagem de roupas ou com as besteiras que Vanessa está tentando me ensinar. São ícones esquisitos, alguns bem femininos com símbolos de laços e corações; e outros mais ousados, que me parecem ser de sites pornográficos – que apesar conhecer bem o meio, não reconheço nenhum deles.

Eu poderia utilizar o navegador para procurar o que preciso, mas o misto de curiosidade e desejo faz minha mão se mover quase que sozinha, clicando em um dos links dos mais ousados, um com um ícone de uma boca or de rosa sob um fundo preto.

Meus olhos se arregalam com o que vejo. A página se abre em uma enxurrada de imagens e gifs: mulheres perfeitas demais, com corpos curvilíneos, maquiagem impecável, cabelos longos e sedosos, vestidas em roupas provocantes ou apenas em lingeries.

Mas há um pequeno intruso em cada uma delas – uma gaiola de castidade trancando um pênis entre suas pernas. São mulheres, tem que ser; a pele macia e lisinha, as curvas dos quadris, os rostos com traços delicados... Vanessa me obrigou a usar roupas femininas, mas eu nunca fiquei desse jeito. A excitação sobe rápido, um calor se espalhando pelo meu corpo.


A cada nova imagem, fico mais excitado. Algumas delas contêm frases ao lado, legendas que deixam seu conteúdo ainda mais tentador.

Em outras, as mulheres estão gozando, mesmo em castidade, algumas utilizando vibradores pressionados contra as gaiolas, assim como Ana fez comigo ontem; outras sem estímulo direto, apenas inserindo brinquedos em suas bundas, algo que nem sabia ser possível.


Eu nunca tentaria algo assim, mas mesmo assim, todas essas imagens me excitam. As mulheres gemem em gifs silenciosos, os corpos se contorcendo em êxtase, os olhos revirando de prazer. Isso me deixa ofegante, o desejo pulsando contra as barras da gaiola.

Minha calça vai parar no chão antes que eu perceba, e começo a masturbar a gaiola, os dedos roçando suas paredes rígidas, tentando encontrar alívio. Não consigo sentir qualquer coisa real, só a pressão frustrante, mas mesmo assim não consigo parar. Cada nova imagem só me deixa com mais vontade de ver a próxima, o scroll se tornando compulsivo. Olho para a pilha de roupas que trouxe da sala de Vanessa e sei exatamente o que fazer. Pego a calcinha que utilizei mais cedo e a deslizo pelas pernas, sentindo o tecido macio contra minha pele, adicionando um tempero extra à loucura. Agora, com ela no lugar, sigo escrolando, os quadris se movendo involuntariamente enquanto me toco, tentando em vão me satisfazer.


Não vejo o tempo passar. A dor do meu pênis espremido se torna secundária comparada a todo o tesão que estou sentindo, uma névoa de desejo que nubla tudo mais. O sol vai baixando lá fora, o chalé escurecendo, mas eu continuo, perdido nesse mundo de lindas mulheres com um pênis trancado entre suas pernas.

Percebo que está tarde só quando o cansaço me atinge como uma onda, o corpo exausto de tanta tensão acumulada. Fecho o computador e me deito na cama para dormir — ainda com a calcinha.



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