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Centro de Reabilitação - Capítulo 2: Livre no Resort

Com o panfleto que Vanessa me entregou ainda nas mãos, começo a folheá-lo com mais atenção. Descubro que a academia do resort fica aberta o dia inteiro — uma oportunidade perfeita para recuperar as semanas perdidas na cadeia. Um bom treino era exatamente o que eu precisava agora.

Volto ao chalé para me trocar e, ao abrir a porta, sou surpreendido ao ver que minhas roupas já estão organizadas em cabides e gavetas, tudo meticulosamente arrumado. Bem mais rápido do que imaginei, considerando o tempo que fiquei na sala de Vanessa. Escolho uma camiseta leve e um short de treino, visto-me rapidamente e sigo em direção à academia.

Assim que entro, noto que o ambiente está relativamente cheio, e uma olhada rápida ao redor revela que muitos dos frequentadores são mulheres — quase todas incrivelmente atraentes.

Meu olhar logo se fixa em uma delas. Uma morena usando a máquina de remada baixa, sem dúvida a mulher mais marcante aqui. Cabelos castanho-escuros, lisos e sedosos, caindo em cascata pelos ombros e emoldurando um rosto de traços fortes e sensuais. Os olhos, de um castanho profundo, exalam uma confiança uma confiança irresistível, enquanto seus lábios cheios e bem desenhados revelam uma sensualidade natural.

Ela parece ter mais ou menos a minha idade, talvez um pouco mais nova. O corpo é escultural, firme e bem definido. Os seios fartos são sustentados por um pequeno top azul, e a cintura fina destaca ainda mais o quadril cheio e as coxas torneadas, pouco cobertas por um short colorido.

Cada vez que ela puxa a barra, os músculos se contraem e desenham linhas perfeitas sob a pele dourada. Sinto meu pênis se agitar na gaiola, criando um desconforto imediato. Tento ignorar.

Se Vanessa acha que essa merda de gaiola vai me impedir de ser o que sou, está muito enganada, penso, endireitando os ombros.

Apesar dos muitos aparelhos livres, sinto que que o primeiro grupo de músculos que precisam de minha atenção, são justamente os das minhas costas — uma coincidência conveniente serem os mesmos que a garota está exercitando. Aproximo-me da máquina e digo com um sorriso confiante: “Com licença. Você se importaria de revezar comigo?”

Ela levanta o olhar. Os olhos castanhos encontram os meus com firmeza. “Claro que não”, responde educadamente, um leve aceno de cabeça.

“Marcelo.” Aperto sua mão enquanto ela se levanta, mantendo o sorriso. “Prazer em conhecê-la.”

“Ana.” Ela se apresenta, sem fixar o olhar.

Sento na máquina e começo a puxar a barra, sentindo os músculos das costas se alongarem. “Você vem aqui há muito tempo?” pergunto, em tom casual.

“Eu não estou hospedada”, responde serena. “Moro aqui perto. Essa é a melhor academia da região, então costumo vir bastante.”

“Legal, eu cheguei hoje. Ainda me acostumando com o lugar. Acho que fico por alguns meses.”

Ela apenas assente, sem dar atenção. Termino minha série e me levanto, cedendo o aparelho. Enquanto ela volta a se mover, observo as curvas que dançam a cada puxada de barra — a garota percebe que estou olhando, mas não disfarço.

“Você está em ótima forma”, comento, com um meio sorriso. “Treina há muito tempo?”

“Sim.” Ela não me olha. “Gosto de me manter ativa.”

“Com certeza está valendo a pena”, murmuro, o olhar preso em suas pernas firmes e quadris perfeitos.

Ela olha para cima e solta uma leve bufada, mas não responde. Passa a máquina de volta para mim, em silêncio.

“Sabe, você tem pernas incríveis”, arrisco, tentando soar leve. “Além das costas, deve caprichar nos inferiores.”

Ela me encara, o rosto impassível. “Obrigada”, responde breve, seca.

“Podemos revezar o leg press depois daqui”, digo, forçando um tom brincalhão. “Quero saber qual o seu segredo para deixar essas coxas grossas.”

“É… acho que não.” Ela suspira baixinho. “Desculpe, preciso ir agora.” Pega sua garrafa d’água e se afasta.

“Entendo.” Fico observando enquanto ela deixa a academia, o quadril balançando num ritmo hipnótico. Essa foi quase penso comigo mesmo, rindo de leve. Depois volto ao treino, despreocupado.

Termino exausto, mas satisfeito com o esforço físico. De volta ao chalé, tomo um banho demorado e me jogo na cama, pronto para relaxar. Mas a calma não vem. A imagem da morena na academia e o sorriso provocante de Vanessa se misturam na minha mente, despertando um tesão que a gaiola não me permite liberar.

Tento ignorar, mas o incômodo cresce. Se estivesse livre, já teria resolvido isso com as próprias mãos. Agora, só posso ajustar a posição do pênis preso e suportar o desconforto.

Procuro o que tenho para me distrair no quarto. Tem um computador mas nada funciona além do Word e do Paint. A TV pelo menos tem os principais canais, zapeio entre eles mas nada segura minha atenção. A tensão lateja dentro da gaiola, cada vez mais cruel.

Por fim, desligo a televisão e me viro na cama. O corpo está cansado, mas a mente inquieta. Fecho os olhos, tentando afastar os pensamentos. Aos poucos, a exaustão do treino e do dia me vence, e caio em um sono inquieto.


Dois dias após chegar ao resort, o desconforto só cresce. Acordo mal-humorado depois de mais uma noite mal dormida. O tesão é constante, tornando a gaiola de castidade desconfortavelmente apertada. Tento ignorar a sensação, mas está cada vez mais difícil. Rolo na cama, tomado pela frustração e pela busca de qualquer forma de aliviar essa tensão — mas nada parece viável.

Decido que a melhor maneira de lidar com isso é tentar tirar o assunto da cabeça. A piscina do resort parece uma boa opção. Talvez um mergulho ajude a esfriar a mente. Abro a gaveta, pego uma sunga e uma bermuda de banho folgada — o suficiente para disfarçar a gaiola enquanto estiver na água.

Depois de me trocar, saio do quarto e sigo até a piscina. O caminho está calmo, com poucas pessoas circulando. Ao chegar, vejo alguns hóspedes espalhados pelas espreguiçadeiras, aproveitando o sol. Uma delas, porém, chama imediatamente minha atenção.


Ana — a garota da academia de alguns dias atrás — está deitada à beira da piscina, bronzeando-se sob o sol da manhã. O corpo escultural dela parece ainda mais provocante com um biquininho preto cavado, contrastando com o brilho dourado que o sol cria sobre sua pele. Respiro fundo, decidido a tentar a sorte mais uma vez.

Caminho até ela com um sorriso confiante. “Oi, Ana. Bom te ver de novo”, digo, parando ao seu lado.

Ela se vira em minha direção e levanta o olhar, os olhos castanhos encontrando os meus. Observa-me por um instante com uma expressão debochada antes de responder: “Ah, é você…”


“Não consegui parar de pensar em você desde aquele dia”, comento num tom leve, tentando soar provocador, “Devo dizer que você fica ainda melhor sem tentas roupas.”

Ela suspira e revira os olhos.

Ignoro o tom de desdém. Meu olhar acompanhando cada curva de seu corpo. “Muita sorte a minha te ver de biquíni logo na segunda vez que nos encontramos. O que será que vai acontecer na próxima, hein?”

Ana solta uma risada curta, sem traço algum de simpatia — soa como puro escárnio. “Olha, vou ser bem direta. Você é um idiota. Não quero papo com você. Nem aqui, nem em lugar nenhum.”

Tento manter a compostura, mesmo surpreso pela franqueza. “Nossa, acho que te peguei naqueles dias, hein…”

Ela balança a cabeça. “Você é patético. Me deixa em paz.” Então se vira, apenas para não precisar me ver.

Pelo menos desta vez ela não fugiu… deve estar se fazendo de difícil, penso, observando seu corpo mais uma vez. Um dia, essa morena ainda vai ser minha.

Sem querer pressioná-la mais, vou para o outro canto da piscina e mergulho. A água fria envolve meu corpo, e por alguns segundos o choque térmico parece aliviar a tensão em meu pênis. Fecho os olhos e tento me concentrar na sensação da água contra a pele, buscando qualquer trégua para o desconforto.

Meus olhos insistem em voltar para Ana de vez em quando. Em certo momento, porém, ela se levanta e vai embora antes que eu consiga me despedir, deixando-me apenas com a visão hipnótica de suas nádegas balançando enquanto se afasta, até desaparecer da área da piscina.

Mesmo sob a água fria, meu pênis se aperta novamente. Tento nadar, focar em outra coisa, mas sou traído pelo meu próprio desejo.

Sou pego por uma mistura de frustração e vontade reprimida. Também saio da piscina e volto ao chalé. A sensação da gaiola está pior, o aperto mais constante. Passo o resto da tarde deitado na cama, incapaz de pensar em qualquer coisa que não seja o alívio que me falta.

O tempo passa devagar. A tensão aumenta. Meu corpo pulsa, implora por descanso, mas a gaiola não permite. A noite chega e eu ainda estou acordado, rolando na cama, lutando contra a insônia causada pelo desejo acumulado.


Cinco ou seis dias depois de chegar aqui, acordo com uma urgência que toma conta de mim por inteiro. Meu pênis está espremido na gaiola, e as bolas doem como se tivessem levado uma pancada. Tento puxar a pele do saco, afastando-a do anel em busca de alívio, mas é inútil — o incômodo parece muito mais interno.

“Caralho... eu preciso gozar...”

Então lembro do contrato. Tenho direito à alívios eventuais. Posso exigir isso com a supervisora. A simples lembrança me faz levantar num pulo. Troco de roupa às pressas e sigo até a sala de Vanessa.

Bato na porta, o coração acelerado. Espero alguns segundos, nada. Bato de novo, mais forte. O silêncio é ensurdecedor. A ansiedade me consome. Decido ir até a recepção.

“Desculpe, a senhora Vanessa não está disponível no momento. Ela saiu às onze e só retorna amanhã de manhã”, informa a recepcionista com um sorriso polido.

Filha da puta

A frustração me atravessa como um soco. Mais um dia inteiro de espera. Respiro fundo, tentando me conter. Preciso de uma distração antes que enlouqueça.

Passo o resto do dia explorando o resort — o cassino, o estande de arco e flecha, até um workshop idiota de vasos. Nada prende minha atenção.

Volto ao quarto no fim da tarde, exausto e irritado. Sento na beira da cama, zapeando pelos canais, sem realmente ver nada. Tudo o que penso é em Vanessa, no direito de alívio e na maldita espera que parece não acabar nunca.

Na manhã seguinte, bem cedo, já estou de pé, parado diante da porta da sala dela.



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