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Domada com Vara - Capítulo 6: Mãos de uma Deusa

Levo a mão para a parte de baixo da traseira, meu cuzinho ainda está quente depois de tanto ser esfolado. O incômodo é constante, mas a sensação de êxtase ainda compensa tudo.

Suspiro, jogo meus cabelos para trás e começo a me preparar para receber Jonas.

Que ideia idiota… mas eu tenho que cumprir.

Paro diante do guarda-roupa, examinando as opções.

Preciso encontrar o equilíbrio perfeito: algo casual, mas com um toque de sensualidade. Nada chamativo demais. Nada que pareça planejado. A ideia é justamente parecer espontânea. Como se essa idéia estúpida tivesse surgido naturalmente na minha cabeça.

Depois de alguns minutos, encontro o que procuro.

Uma camisolinha curta de algodão rosa clarinho, leve e confortável, com pequenos laços nos ombros e rendinhas nas bordas que lhe dão um ar de inocência quase infantil.

Pego também uma calcinha branca de renda e tule. Simples o suficiente para não levantar suspeitas. Mas que deixa a minha bundinha bem bonitinha.

Jonas não demora a chegar.

Dou-lhe um beijo carinhoso na porta e seguimos nossa rotina de sempre. Jantamos juntos, conversamos sobre o dia dele no trabalho, organizamos a cozinha depois da refeição.

Pelo menos por fora, tudo parece normal.

Por dentro, porém, minha cabeça não encontra um segundo de paz.

A ordem absurda de Damien continua rondando meus pensamentos, me deixando ansiosa cada vez que olho para Jonas.

Assim que terminamos de organizar a cozinha, subimos para o quarto para assistir à nossa série de sempre.

Nos acomodamos na cama e encontro meu lugar habitual junto ao corpo dele.

O momento perfeito.

Meu estômago aperta só de pensar no que estou prestes a fazer.

Aos poucos, me aconchego mais contra ele. Ajusto a posição na cama, deixando a camisola subir um pouco enquanto procuro parecer o mais natural possível.

Natural.

Como se eu não tivesse passado a tarde inteira ensaiando isso na minha cabeça.

Apoio-me em seu ombro e deposito um beijo leve em seu pescoço.

Depois outro.

Então subo para uma leve lambidinha na bochecha. Minha mão desce devagar pela barriga, até tocar seu pintinho por cima da calça do pijama.

Jonas finalmente desvia a atenção da televisão para mim.

Ele parece estranhar a iniciativa repentina — quase nunca fazemos sexo durante a semana —, mas logo começa a endurecer.

Ele então murmura, um pouco acuado:

"Estou te devendo uma, né?"

Estranho o comentário.

Ele está?

Ao ver minha cara de dúvida, Jonas explica, envergonhado:

"Por causa de ontem… não conseguimos fazer sexo por minha causa…"

Ah.

É verdade.

Estava tão preocupada com a exigência de Damien que nem tinha passado pela minha cabeça que Jonas pudesse estar se sentindo culpado por não me satisfazer.

Não que me penetrando ele fosse conseguir, de qualquer forma…

Vejo aquela vulnerabilidade como a brecha perfeita para continuar o plano. Sorrio, carinhosa.

"Ah, isso? Não, amor. Você não está me devendo nada."

Inclino a cabeça de leve, toda meiga.

"Na verdade… me senti muito poderosa conseguindo fazer você gozar rapidinho com os dedinhos."

Jonas franze a testa.

"Sentiu?"

"Claro", respondo, com um tom orgulhoso.

"Me senti como se tivesse mãos de uma deusa… Que toca tão gostoso que faz o seu maridinho se descontrolar todo…"

Dou um selinho leve nos lábios.

Quando me afasto, Jonas abre um sorriso tímido, meio que aliviado. Ele parece ter caído na história.

Aproveito a oportunidade para continuar.

"Ai… quero tentar de novo, amor. Minhas mãozinhas mágicas te levando ao delírio… Deixa, vai?"

A resposta vem quase imediata.

"Claro, amor."

Sorrio por dentro.

Então faço a sugestão com a voz mais natural do mundo.

"Legal. Quero tentar uma coisa diferente. Fica de quatro para mim."

Jonas franze a testa imediatamente. Eu disse para Damien que ele não iria aceitar…

"De quatro?" Ele questiona, inseguro.

Tento parecer despreocupada.

"É para eu ter mais mobilidade com o seu pau, amor."

Dou de ombros, como se estivesse sugerindo uma coisa comum.

"Quero ele bem livre e exposto para eu ver tudo o que consigo fazer…"

Jonas continua hesitante por alguns segundos. Consigo praticamente ver a sua cabeça tentando entender a lógica daquilo.

Por fim, porém, acaba cedendo.

"Hum... tá bom, então. Se você acha que vai ser melhor..."

Preciso conter um sorriso.

Está funcionando!

Pelo menos até agora.

A parte difícil ainda está por vir.

Meio sem jeito, Jonas se posiciona como pedi, as nádegas bem expostas. A insegurança dele é evidente, e eu até entendo. Não parece uma posição para um homem se colocar, é um pouco constrangedor vê-lo assim.

Sigo a atuação:

“Agora sim vamos ver se eu sou boa de punheta mesmo…"

Levo as mãos ao seu pintinho, acariciando devagar.

Damien deixou bem claro que não era para eu ter pressa, se não o corno ia gozar rápido de novo...

Com cautela, sigo os movimentos, deslizando pela sua circunferência e massageando as bolas enquanto Jonas geme bem baixinho.

Até que comento despretensiosamente:

"Nossa, amor. O seu cuzinho assim exposto tá tão convidativo… posso colocar um dedinho?"

"O que? Não!"

Jonas exclama, olhando para trás na hora, tentando entender se eu estava falando sério.

Eu sabia que isso não ia dar certo...

Tento acalmá-lo:

"Ai, amor. Vai… o que que custa? Eu só quero ver como é…"

"Não, amor… Isso é coisa de gay..."

Continuo tentando, com uma voz inocente e cheia de cinismo:

"O que que tem a ver? É só um dedinho."

Faço um biquinho exagerado.

"Ai amor… Era pra eu ser a Deusa da punheta, você está estragando tudo…"

"N-Não, amor. Isso não dá..."

Ele olha para mim claramente incomodado. Ainda assim, já não parece tão firme quanto antes. Talvez minha insistência esteja surtindo efeito.

Tento apelar, agora com a voz bem doce:

"Só na bordinha, vai… prometo."

Ele suspira, meus dedos ainda subindo e descendo de leve no seu pintinho fino.

Meio a contragosto, acaba cedendo:

"Tá bom, amor, vai... Pode tocar. Mas só por fora."

“Oba!”

Comemoro animada.

Molho a ponta do dedinho na boca e começo a tocar a bordinha, a pele macia e franzida balançando como uma marola suave sobre o meu dedo.

Algo muda nesse instante.

Jonas parece diferente, seu corpo reagindo a cada movimento, ficando gradualmente mais agitado.

Ele tenta se conter, mas percebo que mesmo abafados seus gemidos estão mais longos e constantes.

Essa é a minha oportunidade.

Traio meu marido pela segunda vez no mesmo dia.

Meu dedo desliza para o centro e escorrega lentamente para dentro.

Mas Jonas não foge.

Gemendo bastante percebo que ele até se curva um pouco, como um convite para explorá-lo melhor.

Aceito seu convite.

Exploro seu interior com cautela, sentindo suas pregas me envolverem apertadas a cada milímetro que conquisto.

Encontro uma espécie de esponjinha macia à alguns centímetros de sua entrada, Jonas parece reagir muito bem quando a tateio de levinho, seu pintinho, ainda em minha outra mão, pulsa agitado entre os dedos.

O filho da puta do Damien estava certo. Mesmo com toques leves, Jonas não consegue esconder o seu prazer, os gemidos virando suspiros roucos, o corpo se mexendo involuntariamente ao ritmo dos meus toques.

Não demora muito até ele perder completamente o controle, seu pintinho começando a espirrar em vários jatos constantes, seu corpo em um êxtase que eu nunca vi, tremendo inteiro em resposta ao orgasmo poderoso que lhe arranquei.

"Uau…”

Murmuro, em tom sensual.

“Eu devo ser a Deusa da punheta mesmo…"




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